sábado, 30 de abril de 2011


No amanhecer na mata do Rio São José dos Dourados, às 5:30 am, o Jaó Crypturellus undulatus (ave terrícola, do cerrado e da amazônia) ainda canta alegre, talvez os últimos dessa região. A névoa que enconbre a floresta começa-se a discipar quando surgem primeiros raios de sol.

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